Com mais de 1000 colaboradores que usam transporte público em PG, o empresário Márcio Pauliki sugere solução técnica

Com mais de 1000 colaboradores que usam transporte público em PG, o empresário Márcio Pauliki sugere solução técnica

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A Cidade de Ponta Grossa-PR passa por um imbróglio no transporte público com uma verdadeira guerra entre a Viação que monopoliza o transporte, a VCG, Viação Campos Gerais e a Prefeitura. E agora, para piorar, o Conselho de Trânsito da cidade sugere uma alternativa que taxa os serviços de App para, em parte, bancar o transporte público.

A sugestão tem causado várias críticas entre os trabalhadores de aplicativos e a solução, em face de diversos ruídos e da falta de entendimento político, parece estar muito distante.

A população também tem cobrado nas ruas e nas redes sociais, o posicionamento por parte de figuras políticas de oposição, dentro e fora do atual cenário.

Qual seria a solução?

Indagado sobre sua posição sobre o problema do transporte público em Ponta Grossa-PR, o empresário, Márcio Pauliki, o qual tem hoje mais de 1.000 colaboradores que usam o transporte público de PG,disse:

'Sou a favor de uma questão que a própria VCG já sugeriu certa vez a mim quando fui candidato , que é a possibilite de “dividir” a receita do vale transporte onde parte dele  vai para a VCG para atender um raio menor do que atende hoje, o que traria mais qualidade ao serviço de transporte público com mais ônibus e mais linhas onde está a maior demanda, isto é, 70% da população.Em relação aos interesse comercial da VCG, ela teria sim uma receita menor mas um custo também muito menor, atendendo seus objetivos empresariais

E os demais 30% da população que moram em regiões mais distantes? Aí é que está o diferencial deste modelo que alia o custo ao benefício: Parte do vale transporte seria entregue (através de suas associações) para vans e/ou veículos de aplicativos de transporte e que de sobremaneira foram também muito prejudicados pela pandemia e agora,em especial, pela aumento dos combustíveis e que representam mais de 10.000 famílias em nossa cidade.

Já existem cidades em que o ônibus vai até certo ponto, e dali há um transbordo para carros de aplicativos e vans, e que levam os passageiros até quase a porta da casa. É extremamente interessante, resolveria, em parte o processo e não haveria a necessidade, talvez, de um subsídio maior, ou o aumento das passagens como está.

E resolver esta questão é emergencial, pois quanto mais tardar esta reorganização técnica, as passagens serão cada vez mais caras, e muitas empresas já estão planejando em criar um fundo para financiarem aplicativos ou vans para transportarem diretamente seus colaboradores. Inclusive ja tem aplicativos oferecendo esse tipo de serviço corporativo às empresas as quais poderão realizar um rodízio, por exemplo, onde uma equipe chega ou sai mais cedo, dando a possibilidade dos aplicativos atenderem a demanda.

E em relação ao custo, o valor é quase que o mesmo valor que é hoje de uma passagem no transporte público, mas com todo conforto de uma van ou de um aplicativo que podem ser oferecidos a esses colaboradores", explica Pauliki

 


REVEJA:

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