GAECO deflagra operação contra roubos na Prolar em Ponta Grossa e pede afastamento de diretor da Cohapar do governo Ratinho Jr

GAECO deflagra operação contra roubos na Prolar em Ponta Grossa e pede afastamento de diretor da Cohapar do governo Ratinho Jr

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Polícia apreendeu documentos, celulares, computadores e arma de fogo.

Amigão do Rangel, Elizabeth Schmidt, Ratinho Jr e Cia Ltda,  Dino Schrutt é um dos alvos do GAECO nessa Operação.

O Tribuna da Massa disse que um dos alvos foi preso com arma de fogo ilegal mas solto após fiança.


BLOG DA MARELI MARTINS DIZ:

O Núcleo de Ponta Grossa do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná cumpriu na manhã desta sexta-feira (19), dois mandados de busca e apreensão em investigação sobre possíveis crimes de peculato, supostamente praticados por ex-diretores-presidentes da Companhia de Habitação de Ponta Grossa (Prolar).

Os mandados foram expedidos pela 1ª Vara Criminal de Ponta Grossa e são cumpridos nas residências dos investigados.

Até o momento apenas um dos nomes dos alvos da operação foi confirmados, o nome de Dino Athos Schrutt, que foi presidente da Prolar na gestão do ex-prefeito Marcelo Rangel (PSDB). Também no governo de Rangel, Schrutt foi secretário de Administração e Assuntos Jurídicos e Procurador Geral do Município de Ponta Grossa.

Dino Schrutt foi presidente da Prolar de Ponta Grossa de 2013 a 2019. Em novembro de 2019 ele foi nomeado como comissionado do governo de Ratinho Junior (PSD), como diretor jurídico da Companhia de Habitação do Paraná (COHAPAR), com o salário de R$ 30.630,18 (veja a folha de pagamento no final do texto). Mas o Gaeco pediu o afastamento de Dino Schrutt do cargo, por conta das investigações.

A apuração é desdobramento da Operação Saturno, deflagrada em dezembro de 2020, que teve como foco supostos crimes praticados contra a própria Prolar e a Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte (AMTT) de Ponta Grossa.

Nesta nova fase – denominada Dômus –, a investigação busca esclarecer possível desvio de verbas públicas da Companhia, que originalmente foram depositadas pelos mutuários do Programa Minha Casa Minha Vida para pagamento de taxas de cartório, mas que, a partir de 2017, deveriam ter sido devolvidas aos beneficiários, uma vez que tiveram sua cobrança suspensa pelo governo.

Também foi determinada pelo Juízo a indisponibilidade de bens dos suspeitos para eventual restituição ao erário.

A apropriação indevida desses recursos públicos, inclusive, foi constatada em procedimento administrativo pela própria Prolar, tendo os ex-diretores restituído parte dos valores aos cofres públicos depois de descoberto o desfalque.

 

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