Prefeita substituta dá mais R$ 759 mil reais à empresa de lixo em Ponta Grossa

Prefeita substituta dá mais R$ 759 mil reais à empresa de lixo em Ponta Grossa

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E mais um polêmico aditivo é concedido à empresa de lixo em PG>>>

Elizabeth Schmidt (PSB), a Vice de ornamento que substitui o prefeito-selfie, Marcelo Rangel (PPS), que estava em viagens e tirando selfies pela Coreia do Sul e etc até dia 27/08, concedeu mais um aditivo ao contrato 189/2008, o 25º aditivo, no valor de R$ 759.373,56 reais, à empresa responsável pelo lixo em Ponta Grossa, a PGA Ambiental. O ADITIVO FOI PUBLICADO NO DIÁRIO OFICIAL DE 2.127 DE 26/27/28, PÁGINA 4, de Agosto de 2017, VEJA AQUI.

O polêmico contrato 189/2008, de R$ 76,9 milhões, foi prorrogado em 2016, depois que uma CPI 'chinfrim' aprovou um relatório de caráter amplamente duvidoso dando o aval para a prorrogação. VEJA AQUI.

A prorrogação vai até 29/02/2024.

Em 2016 ainda, a OAB-PG, após estudo amplo, CONSTATOU VÁRIAS IRREGULARIDADES PARA a prorrogação do contrato. REVEJA AQUI. 

O contrato 189/2008 já tinha inexplicáveis R$ 525,8 mil reais em aditivos até 2016.

Agora, tem mais  R$ 759.373,56 reais concedidos pela vice de ornamento, na condição de prefeita em exercício. 

A desculpa para conceder o aditivo? 'Em razão da execução de serviços extras'.

E não se mostra que serviços extras são esses pelos quais a população de Ponta Grossa pagará mais R$ 759 mil.

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REVEJA A MATÉRIA DO BLOG CONEXÃO CAMPOS GERAIS>>>

A RELAÇÃO ENTRE EMPRESAS E POLÍTICOS EM OUTRAS CIDADES

Muitas histórias rondam a questão da relação das empresas de coleta de lixo com políticos, por outras cidades da região.
 
RELEMBRE UM EXEMPLO DE PRUDENTÓPOLIS, QUE FOI AO AR EM REDE NACIONAL, NO FANTÁSTICO:  Prefeito de Prudentópolis é preso com R$ 20 mil de propina no meio da rua
 
Evidentemente, sem qualquer relação com PG, observamos apenas à título de informação, o caso recente de Prudentópolis, onde depois de uma investigação de quase 2 anos do GAECO, descobriu-se uma série de falcatruas na prefeitura envolvendo o prefeito e empresários de uma empresa de coleta de lixo. O prefeito recebia propina para garantir contratos não apenas de coleta, mas de varredura, limpeza entre outras coisas. Foram várias frentes de investigação, e uma delas deu na coleta do lixo. Além do prefeito e empresários do lixo, foram enquadrados mais 27 pessoas, incluindo vereadores, em face de mutretas em licitações em outras áreas da municipalidade, como transporte escolar. Os processos ainda tramitam no TJPR. 
 
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