Após decisão da 2ª turma do STF, criminosos vazam 100 milhões de endereços e até salários de brasileiros via contas de celulares

Após decisão da 2ª turma do STF, criminosos vazam 100 milhões de endereços e até salários de brasileiros via contas de celulares

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Vai puxando saco de politicopatas, maníacos de togas e outros desgraçados que só pensam nos próprios rabos, vai.


Fato gravíssimo ocorre, 'concidentemente', após decisão de Gilmar Mendes, Lewadowski e Kassio Nunes que granatiu acesso a mensagens roubadas por hacker a Lula ladrão.

G1 DIZ:

A empresa de segurança cibernética Psafe disse nesta quarta-feira (10) que dados de mais de 100 milhões de celulares de brasileiros foram vazados.

As primeiras suspeitas são de que os dados seriam de duas operadoras de telefonia, mas a PSafe ainda não conseguiu confirmar. Ao todo, foram 102.828.814 números vazados, segundo a empresa.

Estão disponíveis informações como CPF, número de celular, tipo de conta telefônica, minutos gastos em ligação e outros dados pessoais. A informação foi divulgada nesta tarde pelo site NeoFeed.

A PSafe diz ainda que informações estão disponíveis para venda na camada da internet onde ocorrem crimes, por um pouco mais de R$ 12 mil. É um mercado clandestino onde os hackers cobram para fornecer esses dados que podem ser usados por outros criminosos em fraudes.

No mês passado, essa empresa identificou outros dois vazamentos. Um envolvendo 223 milhões de CPFs e um outro com informações mais detalhadas de 140 milhões de pessoas. Neste último, foram vazados dados como telefone, formação acadêmica, salário, endereços e até fotos.

O executivo da PSafe, Marco de Mello, diz que a frequência e o tamanho dos vazamentos recentes preocupam.

"A magnitude é muito grande, o que isso indica em termos da repetitividade com que estão acontecendo estes vazamentos na internet escura e venda desse tipo de dados de brasileiros é realmente um padrão alarmante", diz Mello.

"E isso indica uma aceleração muito grande na sofisticação na organização desse mundo criminoso. Existe uma organização criminosa trabalhando na comercialização de dados roubados e dados obtidos ilicitamente", acrescenta.


FALA BRASIL

 

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