Após não conseguir criar partido, Boisonaro entra no partido do Valdemar Costa Neto condenado, preso no Mensalão e pego na Lava Jato em 2015

Após não conseguir criar partido, Boisonaro entra no partido do Valdemar Costa Neto condenado, preso no Mensalão e pego na Lava Jato em 2015

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Mais um do bando do Centrão>>>


Após não ter gado suficiente para criar o próprio partido, Boisonaro resolve se filiar no PL do Valdemar Costa Neto, mensaleiro e do Centrão que há pouco esteve com Lulaladrão o qual lhe ofereceu a Vice.

Politiqueiramente, Boisonaro venceu Lulaladrão na corrida pelo apoio dos ladrões do Centrão no PL.

Mas, com isso, escancarou o fato que é do bando dos ladrões do Centrão.

Valdemar Costa Neto tem cargos no governo, com vários cupinchas enfiados lá.

Resumindo: Boisonaro voltou a ser o que sempre foi, o lixo do Centrão.

Numa busca simples, consta mais de 62 processos contra Valdemar Costa Neto no Jus.


VALDEMAR COSTA NETO

Em 2012 foi preso e condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro a 7 anos e 10 meses no mensalão, e recebeu uma multa de 1,6 milhão de reais. Em 10 de novembro de 2014, o ministro do STF, Luís Roberto Barroso, autorizou que Costa cumprisse o restante da pena do mensalão em prisão domiciliar.[11] Em 2015, recebeu indulto do STF. Em 2016, Barroso concedeu perdão da pena.[1]

Operação Porto Seguro

Em 2013 foi investigado na Operação Porto Seguro, deflagrada no ano anterior, e que revelou um suposto esquema de fraudes em pareceres técnicos e em agências reguladoras e órgãos federais. A partir dos áudios das interceptações telefônicas, o procurador Roberto Gurgel sustenta que o parlamentar, valendo-se de sua influência política, prestava e solicitava favores a Paulo Vieira, além de haver indícios de patrocínio de interesses privados perante a administração pública.[12][13]

Em 2015 foi citado por Ricardo Pessoa, dono da UTC Engenharia, investigado na Operação Lava Jato. Ele contou que Valdemar Costa Neto, condenado no Mensalão, recebeu 200 mil reais "por fora" e 300 reais mil em doações oficiais, para manter as portas abertas com o PR, que dominava o Ministério dos Transportes. Segundo Pessoa, nunca houve contraprestação concreta.[14]  (COM WIKIPÉDIA)



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