Pessoas que pressentem a hora da morte

Pessoas que pressentem a hora da morte

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Na Filosofia Consciencialista Realista, cada ser Existente tem um propósito.

A maioria dos seres conscientes, como os humanos, em face do baixo nível de Esclarecimento, isto é, de compreensão da Existência, ou seja, em face do baixo evolutivo 'quântico, espiritual, extrafísico, supernatural', não conseguem compreender a profundida dessa questão e, por isso, vivem de certa maneira perturbados, como que perdidos quanto ao 'sentido da vida' e disso surgem inúmeros problemas de ordem psicológica e de saúde geral. 

O pior problema de todos é a incapacidade de compreender-se como Espírito em Revolução e Evolução, em constante aprimoramento, sobretudo, que a Vida sempre continua, que o mundo além, o mundo quântico, o mundo supernatual é um pequeno pedaço, digamos, da INCOMENSURABILIDADE DA VIDA DIANTE DA INEFABILIDADE DA EXISTÊNCIA. Sim, há muito mais do que há, muito mais do que se possa imaginar. Para usar um frase Eghusnianna: 'Há muito mais do que o Céu e o Inferno. Perto dessas coisas maiores, o Céu e o Inferno humanos, terrestres, chegam a parecer brincadeiras de crianças".

E é na hora do desencarne, da morte do corpo físico, da morte física, ou perto da morte física, que o ser consciente, o Espírito em Revolução e Evolução, em aprimoramento constante, sente essa perturbação mais forte e mais intensa junto a uma miscelânea de sentimentos, emoções e medo do que 'parece desconhecido'.

Muitas pessoas sentem a hora derradeira chegando, sabem que a 'dama de preto se aproxima'.

Às vezes as pessoas pressentem a morte e em outras vezes são pegas, aparentemente, de calças curtas. Só que tem um detalhe, na verdade, ninguém é pego de 'surpresa'. Não é bem assim. Ou seja, no fundo, quando a história é bem analisada, todos sentem algo muitíssimo diferente dias ou horas antes da morte, como um pressentimento diferente de tudo que já tivera antes. Diferente até dos pressentimentos que teve quando parecia que ia morrer e não morreu. Ou seja, de alguma maneira, no mesmo dia, horas antes, em cima do laço, nos 45 do segundo tempo, ou dias antes, todos sabem de alguma maneira que 'a grande hora H', a hora sobre a qual todos tentam nem pensar muito sobre, está chegando. Alguns sabem até o dia, a hora e como será a morte. É o mitológico e metafórico 'Canto do Cisne'.

Ao longo da história há uma infinidade de relatos e registros desses pressentimentos, sonhos, sinais e avisos da morte. No jocoso popularesco do Brasil, o povão brinca dizendo que 'fulano ficou assim (parecia estranho) 3 dias da morte ou dizem: 'isso é 3 dias antes de morrer'.

De fato, quem vai morrer pressente a chegada da Morte.

Uns sonham, outros sentem algo estranho como nunca sentiram antes em toda a vida e lá no fundo, sabem que a hora chegou e que não há escapatória. Alguns avisam os familiares diretamente mas nunca são levados à sério. Geralmente ouvem coisas como: pare de ser burro, daonde que vai morrer, ainda via viver muito etc.

Outros tentam fazer alguma coisa que há muito não faziam como despedida, como ver os pais, ligar para alguém, conversar com um amigo, etc.

O Jarvis da história acima, tentou ir ver os pais, mas não deu tempo. No fundo, ele pressentia algo que não sabia explicar?

EXTRAFISICAMENTE FALANDO, É O SEGUINTE:

Quando você cumprir o seu último trabalho nessa vida, nesse dia você partirá pro além.
 
Isso mesmo. Todos temos tarefas aqui. Metas. Completadas as tarefas, atingidas as metas é um abraço pro gaiteiro! Seja deixar uma pessoa feliz. Seja chegar a se sentir feliz, ser feliz, realizar um sonho, construir uma empresa, uma casa, uma família, trazer alguém especial ao mundo, proteger animais, ajudar imigrantes, crianças, mulheres, idosos, ENFIM, fazer o bem e até fazer o mal como matar como o karma de outrem.
 
Seja ajudar a outros como parecia ser o papel desse aí, o Jarvis. Jarvis cumpriu sua missão, aparentemente, que era dar meios a outros de buscarem cumprir seus destinos e seus karmas.
 
Todos terão a 'última tarefa', a 'última meta' e depois sentirão, como nunca sentiram antes na vida, que 'a grande hora H', chegou. Todos, sem exceções.
 
Então, não esqueça. NO DIA QUE VOCÊ COMPLETAR SEU ÚLTIMO TRABALHO SERÁ O DIA DA SUA MORTE FÍSICA.

MAS COMO EU SABEREI QUE IREI MORRER DE VERDADE?

Todos sabem. Quem vai morrer, pressente e sabe firmemente que dessa hora derradeira não tem como escapar.
 
Quem sabe que vai morrer de verdade, se sente diferente como nunca antes se sentiu na vida, fala coisas que nunca ninguém o viu falar. Uns até sonham com a morte de verdade por umas duas ou três noites seguidas antes de acontecer.
 
Um dos integrantes dos Mamonas Asasssinas disse antes do avião decolar que havia sonhado com a aeronave caindo e se despedaçando (RELEMBRE AQUI). Só pra dar um exemplo.
 
Outro exemplo histórico é de Abraham Lincoln, Presidente dos EUA, que sonhou com a própria morte, como nunca sonhou antes.

[...] Algumas noites antes de sua morte, Abraham Lincoln sonhou com seu assassinato. Segundo as anotações do chefe de polícia Ward Hill Lamon, que estava presente quando o presidente relatou seu sonho a amigos na Casa Branca, Lincoln deitara-se muito tarde naquela noite. Assim que adormeceu, levantou-se, no sonho, tendo sido acordado pelo barulho de soluços tristes. Sentia-se envolvido pela morte e não via ninguém na casa, ia de quarto em quarto e só os soluços o acompanhavam.

Chegando à Sala Oriental, viu um catafalco onde jazia um cadáver com vestimentas funerárias e pessoas em volta, pesarosas, entre elas um índio com o rosto coberto por um lenço. Quando Lincoln perguntou a um dos soldados que guardava o corpo quem havia morrido, este respondeu: "o presidente. Foi morto por um assassino". [...] (Com Terra)

JC de Nazaré, Jesus Cristo, é um outro grande exemplo clássico, que dizia aos quatro ventos o que iria lhe acontecer e quanto iria acontecer.

SOBRE O CURIOSO CASO DO JARVIS, ACIMA NA FOTO E ABAIXO NA NOTÍCIA

Diz o UOL: Um homem, de 57 anos, morreu afogado em uma praia particular em Caseville, no estado de Michigan, nos Estados Unidos, com um bilhete de loteria premiado no bolso. Gregory Jarvis ganhou 45 mil dólares (cerca de R$ 243 mil) no aplicativo de apostas Club Keno, no bar Blue Water Inn, em 13 de setembro. Segundo a proprietária, Dawn Talaski, ele retornou ao estabelecimento alguns dias depois e pagou uma rodada de bebida para todos, mas não chegou a receber a premiação. Ele sem o cartão de seguro social, uma exigência da Comissão de Loteria de Michigan para o recebimento de premiações acima de 600 dólares, o equivalente a cerca de R$ 3,2 mil. O homem não apareceu mais no estabelecimento. Os funcionários ficaram preocupados com o sumiço e, inclusive, o chefe dele chegou a ir ao local à sua procura, após dias sem notícias. Na sexta-feira (24), um morador da praia particular Huron County informou à polícia que um corpo foi encontrado perto de um barco. As autoridades atestaram como sendo o de Gregory Jarvis. A suspeita é que ele tenha caído enquanto amarrava a embarcação, batido a cabeça e, então, se afogado, informou o chefe de polícia Kyle Romzek. A autópsia mostrou ferimentos consistentes na cabeça e confirmou o afogamento. De acordo com a dona do bar, o homem planejava usar o dinheiro para visitar a irmã e o pai, que moram no estado da Carolina do Norte. A premiação foi entregue aos familiares de Jarvis.

Observe o sublinhado: 'planejava usar o dinheiro para visitar a irmã e o pai'. Alguma coisa o incitava a ir ver os pais? Ou ele pressentindo algo queria ir ver os pais como numa despedida?  Provavelmente, jarvis pressentia algo que não sabia explicar e por isso não estava muito apressado em receber o prêmio.

Seja como for, Jarvis deixou o dinheiro a familiares. Ou seja, cumpriu sua tarefa em sua breve passagem pela Terra e se foi, adiante, pro mundo Extrafísico, quântico, onde a vida continua em toda a sua complexa incomensurabilidade na inefabilidade da existência.

RELATO CIENTÍFICO E MÉDICO SOBRE PRESSENTIMENTO DA MORTE

Abaixo, o presente relato do Médico Cardiologista e escritor, Sandeep Jauhar, no G1 e no The New York Times, ainda em 2009.

Sandeep Jauhar, à época, era cardiologista em Long Island, Nova York. Ele é autor do recente livro de memórias "Intern: A Doctor's Initiation".

DIZ O ARTIGO DE JAUHAR:

Não faz muito tempo, cuidei de um homem idoso com insuficiência cardíaca congênita. Alguns dias após sua internação no hospital, ele me disse que não sobreviveria. "Vou morrer aqui", sussurrou, como se compartilhasse um segredo.

Tentei acalmá-lo: na escala das doenças que normalmente trato, seu caso era relativamente brando. Mas ele piorou.

Suas pernas inchadas soltavam fluido, encharcando os lençóis de sua cama e sujando o chão. Sua pressão sanguínea caiu. Ele ficou delirante.

Eu estava perplexo com seu súbito declínio. O que meu paciente sabia que eu ignorava?

Após muitos dias de vigília constante na Unidade de Tratamento Intensivo, sua esposa por quase 50 anos não conseguia mais aguentar seu sofrimento e solicitou o paliativismo (cuidados de pacientes terminais tomando como base o conceito da eutanásia). Algumas horas antes de morrer, atordoado pela morfina, ele conseguiu alguns momentos de lucidez. Segurando a mão de sua esposa, disse a ela, "você está fazendo a coisa certa".

Todos os dias na medicina há exemplos de pacientes que sabem que estão prestes a morrer, mesmo que ninguém mais o saiba. Muitas vezes, eles têm uma sensação de morte iminente antes de acontecimentos catastróficos como um ataque cardíaco ou uma infecção fatal. Embora os médicos não saibam como explicar o fato, a maioria de nós o leva muito a sério.

Quando falamos sobre instinto na medicina, geralmente falamos sobre clínicos especialistas se agarrando a diagnósticos de formas que parecem desafiar as explicações analíticas. Esses médicos parecem saber quase intuitivamente em quais dados focar e quais ignorar. É claro, sua tomada de decisão é baseada em experiência e raciocínio dedutivo (e talvez em provas, também), mas parece quase mística.

Nunca me esquecerei de quando, na faculdade de medicina, apresentamos um desconcertante caso ao médico responsável. Ele deu um diagnóstico de hipertensão pulmonar primária em alguns segundos, baseando-se (segundo ele) no volume do segundo som do coração, uma incrível façanha de observação e síntese lógica.

Esse tipo de intuição diagnóstica está se tornando raro na era atual da medicina tecnológica. Os pacientes de hoje passam por uma bateria de testes muitas vezes antes que um clínico o examine. Os resultados, geralmente expressos em números que dão uma equivocada impressão de precisão absoluta, tendem a deixar os médicos num tipo de ociosidade que atrofiou o instinto.

Por outro lado, os instintos prognósticos dos médicos sempre foram pobres. Em meu trabalho como cardiologista de tratamento intensivo, sou frequentemente cobrado por previsões sobre quanto tempo alguém irá viver. Sei o quão úteis essas projeções podem ser para pacientes e suas famílias, mas raramente, ou nunca, arrisco um palpite – por sua comum falta de precisão (geralmente, sou otimista demais).

Então, fico impressionado e desconcertado quando pacientes apresentam um sexto sentido sobre suas próprias mortes. No ano passado, minha equipe cuidou de uma mulher que nos contou calmamente, durante as rondas matinais, ter sentido que morreria mais tarde naquele mesmo dia.

Algumas horas depois, ela reclamou de dores na barriga. Quando um tubo foi inserido pelo nariz até seu estômago, sangue velho digerido – secreções estilo “borra de café” – veio à tona. Sua contagem de glóbulos vermelhos caiu vertiginosamente. Dentro de algumas horas, ela entrou em choque e sofreu falência múltipla de órgãos – antes até que pudéssemos realizar uma tomografia computadorizada para saber o que estava acontecendo. Foi totalmente inesperado, uma das mortes não-cardíacas mais rápidas que eu já havia testemunhado.

Não sei como minha paciente foi aparentemente capaz de prever seu próprio fim. Talvez os altos níveis de adrenalina em circulação tenham causado uma reação similar a um ataque de pânico; realmente, não sei. Mas aprendi com o tempo a levar tais intuições muito a sério.

Algumas vezes, instintos mórbidos derivam de outras fontes. Em 2007, o "New England Journal of Medicine" publicou a história de um gato chamado Oscar que vive numa casa de repouso em Providence, Rhode Island, e parece ter uma misteriosa consciência sobre quando um idoso residente está prestes a morrer.

Ele vai até seu quarto, deita-se a seu lado – até mesmo com os residentes nos quais ele não mostrava muito interesse até então – e ronrona. Membros da equipe local aprenderam que esse é um sinal revelador de morte iminente, e já testemunharam esse comportamento nas mortes de pelo menos 25 pacientes. "Esse gato conhece a morte", disse um médico. "Seus instintos de que um paciente está perto da morte são muitas vezes mais afiados que os instintos de profissionais da medicina."

Não há dúvidas de que existem mais animais como esse. Porém, aprendi que os melhores instintos na medicina derivam dos próprios pacientes. Suas intuições sobre a própria saúde podem ser negligenciadas por médicos. No entanto, temos de aprender a prestar atenção nelas. Conforme meus pacientes tem me ensinado, muitas vezes oferecem a dica vital.  (COM G1, 2009)

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SOBRE A COLUNA EXTRAFÍSICA

Esta coluna se dedica a contribuir para o Esclarecimento e a Evolução pessoal e coletiva, repercutindo estudos, análises, opiniões e considerações sobre fatos cotidianos, à luz da Realismologia que estuda A CONSCIÊNCIA EXTRAFÍSICA, SOBRETUDO, A VIDA na Extrafísica, o mundo além, espiritual, consciencial, quântico, multi-dimensional, ou seja, a incomensurabilidade da Vida na sua mais que natural continuidade na inefabilidade da Existência, SEM O CORPO FÍSICO. Por isso o nome: Extrafísica.

E sim, A VIDA continua, por toda a parte em incontáveis dimensões, mundos, universos, Planetas e realidades, físicas, intrafísicas e extrafísicas.

LEIA MAIS COISAS NO BOG: REALISMOLOGIA, SE QUISER.

O nome desta coluna também rende uma singela homenagem a Waldo Vieira e a Conscienciologia.

 

 

COLUNA EDITADA POR EGHUS KANINNRI, AUTOR DE 'TEORIA DA HUMANIDADE ZERO', 'AS REDES SOCIAIS UMBRAIS', 'CONSCIENCIALISMO REALISTA' E OUTROS LIVROS E TEXTOS DA REALISMOLOGIA.

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