Paulo Guedes usa Offshore pra receber milhões em propinas com lobby, desvalorização do real e outras mutretas enquanto o povo cata restos de osso

Paulo Guedes usa Offshore pra receber milhões em propinas com lobby, desvalorização do real e outras mutretas enquanto o povo cata restos de osso

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É por isso que o Corruptopata Cornão Marmita do Centrão aparelhou parte da PF, PGR e paga altos mensalões (com o Bolsolão) a bandidos dos 3 podres poderes, porque sabia que cedo ou tarde, as bombas explodiriam. Agora, ele se acha blindado e intocável.

Paulo Offshore Guedes

Esse é o FDP charlatão da economia.O ladrão do Paulo Guedes usa uma Offshore em paraísos fiscais, conforme revela a Pandroa Papers, que é uma investigação de um consórcio internacional de jornalistas.

Na verdade essa Offshore de Guedes é por onde ele recebe a propina dos acionistas minoritários da Petrobras e outras estatais, fonte de outras mutretas e é por distribui as propinas ao Cornão Marmita do Centrão e demais picaretas do regime bovino alcunhado de governo.

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G1:Segundo o consórcio de jornalistas, o ministro Paulo Guedes tem a offshore Dreadnoughts International Group nas Ilhas Virgens Britânicas, um paraíso fiscal.

Uma reportagem publicada no site da revista "piauí" neste domingo informa que, quando a empresa foi criada, em setembro de 2014, Guedes depositou US$ 8 milhões. Depois, a cifra foi elevada para US$ 9,5 milhões, até agosto de 2015. O ministro mantém a empresa ativa.

Segundo os documentos, quando abriu a Dreadnoughts Internacional, Guedes tinha como sócia sua filha, a empresária Paula Drumond Guedes. Ao criarem a empresa, os subscreveram (transferiram) 50 mil ações de US$ 160 cada, o que totalizava US$ 8 milhões.

O valor foi depositado no Crédit Suisse em Nova York. Em maio de 2015, a mulher de Guedes, Maria Cristina Bolívar Drumond Guedes, ingressou na offshore como acionista e diretora, de acordo com a reportagem. Durante o ano de 2015, Guedes, a mulher e a filha transferiram mais US$ 1,55 milhão para a offshore. Desde então, conforme os documentos obtidos pelo ICIJ, não houve novo aporte nem retirada de capital na empresa.

De acordo com a reportagem da "piauí", devido à alta da taxa de câmbio desde que virou ministro, os US$ 9,55 milhões de dólares de Guedes nessa conta no paraíso fiscal tiveram uma valorização que chegou a R$ 14,5 milhões de reais. Já Campos Neto aparece nos documentos como dono da Cor Assets S.A., uma offshore com sede no Panamá, que também é um paraíso fiscal. Segundo o consórcio, Campos Neto criou sua offshore em 2004, com US$ 1,09 milhão. Dois meses depois de fundá-la, o atual presidente do Banco Central transferiu mais US$ 1,08 milhão para a conta da empresa.

De acordo com a reportagem, Campos Neto continuava como controlador da empresa quando assumiu o posto de presidente do Banco Central, em 2019, mas fechou a offshore cerca de 15 meses depois. Segundo o consórcio, não é possível saber quanto dinheiro Campos Neto tinha na empresa quando ela foi fechada. Ainda segundo as reportagens do Pandora Papers, a Cor Assets, quando foi criada, tinha dois diretores – Campos Neto e sua mulher, a advogada Adriana Buccolo de Oliveira.


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