Líder do Governo Bolsonaro já é RÉU junto com empresa da corrupção da vacina em caso que matou 14 pacientes

Líder do Governo Bolsonaro já é RÉU junto com empresa da corrupção da vacina em caso que matou 14 pacientes

Compartilhe nas redes sociais!

O Globo diz que o processo do Barros e da PRECISA, antes chamada GLOBAL, se arrasta há anos na Justiça. VEJA AQUI.


A CPI com o depoimento dos irmãos Miranda, sobre a corrupção no contrato da vacina COVAXIN, vai longe.

A servidora comissionada que foi decisiva no contrato fraudulento da corrupta PRECISA é cria de Ricardo Barros/PP-PR, o Leitão Vesgo das listas de propinas da Odebrecht.

Fiscal do contrato fraudulento foi indicada por LEITÃO VESGO 

Ricardo Barros é réu justamente por mutreta de quando era o Ministro da Saúde de Temer, quando FAVORECEU a empresa Global, Atual PRECISA, a empresa do contrato fraudulento da Covaxin, literalmente matou 14 pessoas entre 2016-2018, na gestão Barros.

Barros que lá atrás já favoreceu a turma da empresa PRECISA, antes chamada de GLOBAL, da corrupção da vacina, está novamente no meio do escândalo da vacina.

AGÊNCIA BRASIL REPERCUTIU A COISA MACABRA NA ÉPOCA.

A Procuradoria da República no Distrito Federal, órgão do Ministério Público Federal, ajuizou uma ação contra o ex-ministro da Saúde e deputado federal Ricardo Barros (PP) por improbidade administrativa durante sua gestão no ministério. A investigação que resultou na ação teve início com a apuração de problemas na aquisição de medicamentos sem licitação por conta de demandas judiciais.

Segundo o MPF, entre as irregularidades cometidas estariam favorecimento de empresas, desrespeito à legislação sobre exigências no serviço público e de normas sobre licitações, prejuízo a patrimônio público, descumprimento de decisões da Justiça e medidas que teriam contribuído em casos que resultaram nas mortes de 14 pacientes.

Barros ficou à frente da pasta da Saúde de 2016 a 2018, quando foi substituído por Gilberto Occhi. Saiu para disputar as eleições do ano passado, quando se reelegeu deputado federal pelo Paraná. A ação também abrange a empresa Global Gestão em Saúde e outros dirigentes integrantes da equipe de Barros à época, como Davidson Tolentino Almeida, ex-diretor do Departamento de Logística da pasta.

A Procuradoria da República no Distrito Federal, órgão do Ministério Público Federal, ajuizou uma ação contra o ex-ministro da Saúde e deputado federal Ricardo Barros (PP) por improbidade administrativa durante sua gestão no ministério. A investigação que resultou na ação teve início com a apuração de problemas na aquisição de medicamentos sem licitação por conta de demandas judiciais.

Segundo o MPF, entre as irregularidades cometidas estariam favorecimento de empresas, desrespeito à legislação sobre exigências no serviço público e de normas sobre licitações, prejuízo a patrimônio público, descumprimento de decisões da Justiça e medidas que teriam contribuído em casos que resultaram nas mortes de 14 pacientes.

Barros ficou à frente da pasta da Saúde de 2016 a 2018, quando foi substituído por Gilberto Occhi. Saiu para disputar as eleições do ano passado, quando se reelegeu deputado federal pelo Paraná. A ação também abrange a empresa Global Gestão em Saúde e outros dirigentes integrantes da equipe de Barros à época, como Davidson Tolentino Almeida, ex-diretor do Departamento de Logística da pasta.


Deputado líder do governo, acusado de fraudes na saúde pelo MPF e chamado de 'LEITÃO VESGO' nas listas de propinas da Odebrecht e outros dão as cartas por trás da 'Vacina de Bolsonaro'


 (Texto de Emerson Rodrigues, editor geral do FCS Brasil, para os blogues livres e realistas no Brasil e no exterior. Email: contato@folhacentrosul.com.br)
Siga-nos nas redes sociais:


ATENÇÃO: Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores, os quais poderão responder judicialmente e não representam a opinião deste site. Se achar algo ofensivo, marque quem comentou e denuncie.

Leia também
Junte-se a nós
X