Professoras foram guerreiras e evitaram tragédia maior em Santa Catarina

Professoras foram guerreiras e evitaram tragédia maior em Santa Catarina

Compartilhe nas redes sociais!

Mirla Renner, 20 anos e Keli Adriane Aniecevski, 30 anos. Guerreiras que salvaram vidas e evitaram uma tragédia muito pior. 


DELEGADO DE POLÍCIA DIZ:

“Meus parabéns às professoras que estavam lá.

A bravura daquelas profissionais. Eu já conversei com algumas delas hoje e você imagina o terror pelo qual elas passaram. Elas instintivamente, todas elas, se trancaram dentro da respectiva sala e seguraram as crianças dentro da sala, para que ele não entrasse. Ele tentou entrar em todas as salas e não conseguiu. Com aquelas mulheres guerreiras lá, sozinhas elas, e crianças pequenas, evitando que um mal maior acontecesse”, disse o delegado, em coletiva de imprensa. (O Antagonista)


RELATOS

NDMAIS: A professora trabalha na creche no período vespertino e perdeu uma colega que trabalha na sala atrás da sua. Ela mora na frente da escola e relatou que ouviu gritos vindos da creche. “Foi um susto. Nunca pensamos que isso poderia acontecer aqui. Perdi colegas de profissão, é muito triste. São crianças pequenas, acho que ele tentou acertar o que via pela frente”, comentou.

“O agressor chegou de bicicleta na escola por volta das 10h, portando uma faca grande. Cerca de 30 crianças estavam na escola no momento e ele invadiu uma sala de aula onde tinham quatro crianças, a professora e mais uma funcionária da escola”, conta o delegado.

As demais crianças e professoras conseguiram se trancar dentro das outras salas para se proteger do ataque. O jovem foi contido dentro da escola por vizinhos que ouviram os gritos. Foi quando ele tentou se matar.

“Ele foi contido dentro da escola e, naquele momento, tentou tirar a própria vida. Os eletrônicos do suspeito passarão pela perícia para buscar a motivação desse crime. Ele não tinha ligação com as vítimas e também não tem histórico policial”, explica o delegado.


Assassino da creche era 'quietão, maltratava animais, jogava jogos online, alguns jogos violentos', diz Polícia

Siga-nos nas redes sociais:



Quer receber novidades sobre a política e o que está acontecendo no Brasil e no mundo?
Clique aqui e cadastre-se: +55 42 9 9147-7863

ATENÇÃO: Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores, os quais poderão responder judicialmente e não representam a opinião deste site. Se achar algo ofensivo, marque quem comentou e denuncie.

Leia também
X