Mega Acordão garante privilégios e livra todos os ladrões do Brasil

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Esse, o mega acordão final...

Sem investigação não há corrupção: nem contra Bolsonaros, nem contra Centrão, nem contra togados. Esse é o mega acordão


Com toda esse troca-troca promovido por Bolsonaro, fazendo barba, cabelo e bigode toda e qualquer sangria está estancada.

Todos estão blindados, posição, oposição, centrão, togadão, covidão,milicão, petrolão, BNDE-salão etc etc etc

Blindados de que?

De toda e qualquer nova Lava Jato que, numa cagada, venha a existir.

É GAME OVER PARA O COMBATE À  CORRUPÇÃO NO BRASIL.

Com a nomeação do Delegado Atleta Político no Comando da PF Bolsonarista, é isso que sucederá.

SEM INVESTIGAÇÃO, SEM CORRUPÇÃO.

Prisão só mesmo de detratores, críticos e quem tiver ainda coragem de se posicionar livremente.

O gado fdp muge de euforia, tolo que é. 

Que bom seria se estivéssemos errados...


O ANTAGONISTA SOBRE O NOVO DELEGA GERAL DA PG:

Anderson Torres acaba de anunciar o nome do novo diretor-geral da Polícia Federal: Paulo Maiurino.

“Agradeço ao Dr. Rolando Souza pelo período em que esteve à frente da Direção-Geral da Polícia Federal. Iniciamos hoje o processo de transição do cargo para o Dr. Paulo Maiurino, a quem desejo felicidades nessa função importante no Ministério da Justiça”, postou Torres no Twitter.

Ele também anunciou o novo chefe da Polícia Rodoviária Federal: o inspetor Silvinei Vasques, que substituirá Eduardo Aggio.

Terceiro diretor-geral da PF no governo Bolsonaro, Maiurino assessora o presidente do STJ, Humberto Martins, no Conselho da Justiça Federal. Chefia o setor de Segurança Institucional do órgão.

Até setembro do ano passado, ele trabalhou como secretário de Segurança do Supremo Tribunal Federal, durante a gestão de Dias Toffoli.

Maiurino também foi secretário de Esporte, Lazer e Juventude do governo de Geraldo Alckmin (PSDB) em São Paulo e integrou o Conselho de Segurança Pública do estado do Rio de Janeiro. Em 2010, concluiu curso de instrução no FBI, nos Estados Unidos.

Delegado desde 1998, chefiou a Interpol no Brasil, em 2009 e 2010; trabalhou como assessor de Relações Internacionais da Polícia Federal, em 2008 e 2009; e chefiou os departamentos de administração, logística, planejamento e controle na corporação. Antes, atuou na delegacia da PF em Chuí (RS).

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