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23/04/2019   

Deputado presidente da CCJ, que torrou R$ 103 mil em comes e bebes, pede cargo pra madrasta na Itaipu

Ao que parece, a Itaipu tem tudo para ser uma nova Petrobras.

Tudo que é político quer cargo pra parentes na Binacional.

Desta fez, trata-se do deputado federal, Felipe Francischini, presidente da CCJ que analisa a reforma da previdência.

É uma vergonha.


O SITE CONTRA PONTO É QUEM DIZ-  O deputado federal Felipe Francischini (PSL/PR), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara inscreveu o nome da madrasta, Flávia, como candidata a preencher o cargo de diretoria jurídica da hidrelétrica de Itaipu. Quem revela esta história é a coluna Radar, da última edição da revista Veja.

Francischini, que exerce seu primeiro mandato federal, alcançou notoriedade nas últimas semanas por não conseguir controlar o debate na CCJ sobre a Reforma da Previdência. Parlamentares do próprio partido e do Centrão têm boicotado sistematicamente a discussão e impedido o encaminhamento à votação do projeto enviado pelo governo – agora marcada para esta terça-feira (23).

O presidente Jair Bolsonaro, que na campanha e mesmo nos meses iniciais de seu governo se recusava a aderir à formula do “toma lá, dá cá” para aprovar suas vontades no Congresso, acabou timidamente se rendendo à velha política. E já admite a distribuição de cargos para quem se comprometer a votar nas propostas que envia.

Francischini filho está em posição privilegiada para pedir emprego para a família.


Justiça bloqueia R$ 103 mil reais de Felipe Francischini por torrar dinheiro do povo em bares e restaurantes de Curitiba





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