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29/04/2015   

Investigações desmentem Gleisi e outros sobre doações de empreiteiras do Petrolão

Gleisi e Paulo Bernardo (PT), há poucos dias foram à imprensa e negaram que haviam recebido doações de empreiteiras envolvidas no maior roubo da história do Brasil>>>

Porém, investigações da Lava Jato e depoimentos de delatores desmentem os caras de perobas petistas e seus amiguinhos envolvidos na maracutaia.

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***PEGARAM GRANA ROUBADA DA PETROBRAS SIM SENHOR!

Metade dos políticos sob investigação da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Superior Tribunal de Justiça (STJ) declarou ter recebido, no ano passado, doações de empreiteiras suspeitas de participar do esquema de corrupção na Petrobras. Dos 52 investigados nos tribunais superiores, 26 foram financiados, em alguma medida, por oito empresas do chamado “clube do bilhão”. Os repasses feitos por elas chegam a R$ 17,6 milhões, segundo levantamento doCongresso em Foco nos registros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A grande maioria deles se deu bem nas ruas: 19 conseguiram se eleger ou renovar o mandato.  Entre eles, os dois governadores sob investigação no STJ, Luiz Fernando Pezão (PMDB-RJ) e Tião Viana (PT-AC), e o senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), último nome incluído na relação dos investigados.

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MAIORES DOAÇÕES PARA GLEISI E SUA TURMA

***Os maiores repasses foram feitos a três senadores que disputaram sem sucesso o governo de seus estados: Lindbergh Farias (PT-RJ), Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Benedito de Lira (PP-AL). O PT e o PP foram os principais beneficiários das empresas investigadas nas eleições. O primeiro, em valores, e o segundo, em número de financiados.

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Os seis petistas beneficiados declararam R$ 7,7 milhões em contribuições oficiais das construtoras. Quarto colocado na disputa ao governo do Rio de Janeiro, Lindbergh Farias informou ter recebido R$ 3,8 milhões da Queiroz Galvão, da UTC e da OAS. Gleisi Hoffmann, que ficou na terceira posição na corrida ao governo paranaense, declarou repasses de R$ 2,8 milhões dos grupos Andrade Gutierrez, UTC, Queiroz Galvão e Galvão Engenharia. Reeleito governador do Acre, Tião Viana atribuiu à OAS R$ 15 mil dos R$ 194 mil que disse ter arrecadado para sua reeleição.

Dos 32 integrantes do PP sob investigação na Lava Jato, 15 declararam ter recebido, ao todo, R$ 6,2 milhões do “clube do bilhão”. É o segundo maior montante entre as legendas. Segundo colocado na disputa ao governo de Alagoas, Benedito de Lira recebeu R$ 1,8 milhão dos grupos Galvão Engenharia, da Odebrecht, da Queiroz Galvão e da OAS. Acusado de ter utilizado recursos do esquema para chegar a liderança da bancada, o deputado Nelson Meurer (PP-PR) declarou ter sido financiado em R$ 1,1 milhão pela Galvão Engenharia.

Os demais partidos com políticos sob investigação na Lava Jato (PMDB, PSDB, PSB, SD e PTB) têm apenas um nome entre os financiados pelas empreiteiras. O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, é o representante peemedebista: informou ter arrecadado R$ 1,5 milhão da OAS e da Queiroz Galvão.

Único tucano entre os investigados da operação no STF, o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) recebeu R$ 1 milhão de cinco empreiteiras sob apuração: Queiroz Galvão, Andrade Gutierrez, Odebrecht, OAS e UTC. Reeleito para mais oito anos de mandato no Senado, o ex-presidente Fernando Collor (PTB-AL) declarou R$ 175 mil em repasses da OAS e da UTC.

Preso no último dia 10 pela Polícia Federal, na 11ª fase da Lava Jato, o ex-deputado Luiz Argôlo (BA), que acaba de deixar o Solidariedade, informou ter sido contemplado com R$ 150 mil da UTC em sua fracassada tentativa de se reeleger mesmo sendo alvo, à época da disputa, de processo de cassação no Conselho de Ética.

Último nome incluído entre os investigados no STF, o senador Fernando Bezerra Coelho teve doações no valor de R$ 850 mil da UTC, da Odebrecht e da Andrade Gutierrez. Em depoimento de delação premiada, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa disse que Bezerra, então secretário de Desenvolvimento de Pernambuco e diretor do Porto de Suape, em 2010, pediu R$ 20 milhões para a campanha do ex-governador Eduardo Campos, morto no ano passado durante as eleições presidenciais. O senador nega participação no esquema. (***Informações de Congresso em Foco)





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