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11/02/2019   

5 modelos de reforma e quase nenhum corte de privilégios dos políticos. Bolsonaro deve revisar tudo

Guedes e seu Frankenstein da Previdência

A VERDADE É UMA SÓ:  Sem cortes profundos em super-salários, cotão e gastanças nos 3 poderes podem fazer 500 reformas da previdência


São 5 modelos de reforma da previdência esperando o retorno de Bolsonaro.

Paulo Guedes, como todo o economista ligado aos grandes grupos que lucram bilhões nas costas do povo, ENROLA DEMAIS, e analisa as coisas deixando o 'lado do povo', que paga a conta 'pra depois', 'para que uma lei complementar que talvez possa amenizar a situação'. 

Segundo o papo entre Guedes e o Davi 'Àlcool-lumbre', nas entrelinhas, em todos os 5 modelos a classe política que irá começar a fazer parte de fato da nova previdência à partir de 2024.

O tempo de contribuição para os políticos na nova previdência será de 20 anos enquanto os cidadãos comuns será de 40 anos, para a aposentadoria integral, 100%.

Começa por aí a falta de igualdade.

Ainda, há muita confusão, parece que Guedes está metendo os pés pelas mãos para manter as marajíces nos 3 poderes, com a dívida pública (soma da dívida interna e externa) dentro dos 70% do PIB.

Tudo para que o povo continue sendo o limão a ser espremido até a última gota de suco.

É muita gambiarra, falta de transparência e Bolsonaro, diante disso, tem que bater o pé e revisar tudo senão vai entrar na dança junto com Guedes também.

O povo acredita, confia, mas não vai tolerar pagar mais enquanto os políticos mantém seus privilégios.





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