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03/09/2019   

Caminhoneiros se manifestam no Paraná e anunciam paralisação nacional

As pautas ainda estão divididas, mas parte diz que é contra a falta de iniciativas do governo e parte diz que é pelo julgamento do piso do salário para a categoria que deveria ser julgado pelo STF na quarta 3-9-2019.

Mal sabem os caminhoneiros que o STF  do Toffoli tem acordo com Jair Bolsonaro a quem endeusam e que suas pautas não serão atendidas por um governo que só faz negociatas com o que há de podre na política brasileira.

Ou, eles sabem muito bem e são mandados para as rodovias como se fossem a tropa de choque do Bolsobolivarianismo do Hugo Cháves brasileiro que é Bolsonaro, o tirano tresloucado.

O povo brasileiro, JÁ CANSADO DE BABOSEIRAS, verá a que estão parando os caminhoneiros nos próximos dias.


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BEM PARANÁ -   Os caminhoneiros de Curitiba e região metropolitana já deram início às mobilizações visando a paralisação da categoria a partir desta quarta-feira (4), data em que aconteceria o julgamento da constitucionalidade dos pisos mínimos para a categoria no Supremo Tribunal Federal (STF), mas que acabou adiado a pedido da Advocacia Geral da União (AGU). De acordo com o Sindicato dos Transportadores Autônomos de Cargas de Sao José dos Pinhais (Sinditac SJP), durante o dia de ontem cerca de 50 caminhoneiros participaram do protesto que foi realizado no posto Costa Brava, na região de Quatro Barras. “Os caminhoneiros estão vindo voluntariamente, sendo solidários. Estamos aqui por tempo indeterminado”, afirma Plínio Dias, presidente do Sinditac.

Alguns profissionais já estão parados desde a manhã desta segunda-feira (2) e devem seguir nesta terça (3) com as manifestações, reivindicando um piso justo e também o CIOT (Código Identificador da Operação de Transportes, que regulamenta o pagamento do valor do frete referente à prestação dos serviços de transporte rodoviário de cargas) para todos. Até agora, não teria acontecido nenhuma tentativa de diálogo por parte do governo federal com os líderes do movimento, que promete em breve se tornar grevista.

“Está previsto para começar amanhã (a paralisação), fazer os caminhoneiros encostar nos postos. Está dando bastante repercussão e a partir de amanhã começa a vir mais gente”, explica o presidente do sindicato, que garante ainda ter apoio maciço no Paraná. “Pode colocar que 90% estão apoiando e 10% ainda está meio perdido. Vamos tentar chegar a um consenso.”

Apesar da declaração de Plínio, a divisão dentro da categoria ainda parece ser grande. A revista Carga Pesada, por exemplo, entrevistou presidentes do Sindicam de São Paulo e Londrina, que se posicionaram contrários à paralisação. Para eles, os caminhoneiros devem insistir na continuidade das negociações com o governo. Em Pernambuco, por outro lado, já há profissionais que deram início à paralisação, a exemplo do que acontece na RMC.





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