FCS Brasil
Notícias [+] Lidas
24/03/2020   

'Super Contaminadores': apenas 01 pode levar mais de 30 pessoas a pegarem o Coronavírus

Não apresentam sintomas como os outros e quando caem em testes não são detectados.

Isso é a evolução e a mutação do vírus.

OUTRA COISA>>>

Coronavírus reaparece em pacientes que tiveram alta ou deram 1º teste negativo. Muitos morreram dias depois


NO INÍCIO DE MARÇO DE 2020,JÁ SE REPORTOU ESSA ESPÉCIE DE AGENTE INCONSCIENTE DO CAOS>>>

ALINE CHALET - R7 - Um único paciente contaminado com o novo coronavírus (SARS-CoV2) infectou 14 profissionais de saúde do Hospital Union em Wuhan, epicentro da epidemia.

Um britânico contaminou seis parentes na França, sendo que um deles adoeceu na Espanha

Acredita-se que uma pastora infectou 30 pessoas em sua igreja na Coreia do Sul.

O que todos esses pacientes têm em comum? Para a medicina, eles podem ser chamados de "supercontaminadores", pois conseguem transmitir o vírus com mais facilidade do que o observado na maioria dos casos.

Os três casos fogem da média do R0 (número de pessoas que um único paciente contamina) determinada para a covid-19 —doença provocada pelo novo coronavírus — até agora, que varia entre duas e três pessoas. Eles também são chamados de “clusters”.

O infectologista Marcos Boulos, professor titular do Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias da FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo), explica não é claro o motivo específico pelo qual algumas pessoas contaminam mais que outras.

Existem algumas hipóteses que explicariam porque o vírus de determinados indivíduos se espalha com mais facilidade. Mas nenhuma é esclarecedora o suficiente.

Segundo o médico, a carga viral da pessoa está relacionada com a transmissibilidade. Quando o sistema imunológico tem uma resposta mais eficiente a pessoa contamina menos.

“Porém, existem algumas pessoas que mesmo com a carga viral baixa transmitem muito. O caso mais conhecido é o do HIV; algumas pessoas contaminavam centenas. Outras, mesmo tendo contato sexual, não contaminavam.”

A infectologista Rosana Richtmann, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas explica que existem duas explicações possíveis para casos de supercontaminadores: o sistema imunológico do paciente está fraco ou o tempo para adoção de medidas preventivas foi longo.

"Alguém com o sistema imune debilitado tem a tendência de possuir maior número de partículas virais no corpo, pois o vírus vai conseguir se multiplicar com mais rapidez, logo, o risco de transmissão é maior."

Saiba mais: Coronavírus: como a Itália tomou lugar da China como principal foco de preocupação sobre a covid-19

O caso do super-contaminador de Wuhan pode ter sido falta de medidas de prevenção, segundo Rosana.

O paciente não tinha sido identificado como caso suspeito antes de ser internado e passou por uma cirurgia, mas após o procedimento apresentou febre.

Paciente zero

O paciente zero é a primeira pessoa a contrair a doença. Sarah Borwein, do campo das doenças infecciosas na Central Medical Health Practice de Hong Kong, disse ao jornal South China Morning Post, de Hong Kong, que saber quem é o paciente zero ajuda a prevenir futuros surtos e fornece informações sobre como prevenir a transmissão.

 





ATENÇÃO: Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores, os quais poderão responder judicialmente e não representam a opinião deste site. Se achar algo ofensivo, marque quem comentou e denuncie.



AIDS TEM CURA

GRIPE ESPANHOLA

Sugeridos

© Todos os direitos reservados

X