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16/01/2019   

Sem tetas, sindicatos tentam fazer trabalhadores reféns e meter a mão em direitos e salários

O outro lado do front: os sindicatos lulistas sem tetas no novo governo.


Sem a taxa obrigatória anual derrubada pela dita reforma trabalhista, SEM TETAS DAS VERBAS DO GOVERNO, ou apenas com algumas tetinhas aqui e acolá em alguns Estados mais vermelhos, os sindicatos junto de suas federações tentam literalmente manter os trabalhadores reféns e ameaçam até tirar reajustes nos salários, vale refeição, adicional norturno, participação nos lucros e outras coisas.

Em São Paulo, segundo UOL, duas grandes entidades estão mandando cartinhas marotas ameçando os trabalhadores filiados e não filiados.

Nessa cartinha cobram a taxa anual chamada de Imposto Sindical e ainda quererm forças a cobrança da mensalidade, contribuição social assistencial.

São uns bandidos mesmo.

Sindicatos estariam ameaçando retirar o reajuste salarial de funcionários que se recusam a pagar a contribuição sindical, que deixou de ser obrigatória desde a reforma trabalhista. Duas grandes entidades de São Paulo emitiram cartas informando aos profissionais que, ao solicitar a isenção da contribuição, o trabalhador deve assinar uma carta concordando em abrir mão de acordos coletivos e “direitos conquistados”, o que inclui reajustes salariais e outros benefícios.

De acordo com o Ministério Público do Trabalho, a atitude é ilegal. Ao UOL, o procurador do órgão, Juliano Alexandre Ferreira, explica que o trabalhador que não é sindicalizado não é obrigado a pagar nenhuma taxa e que nenhum direito ou benefício vindo de uma lei ou de convenção coletiva está restrito aos que pagarem a contribuição. É dever do sindicato representar todos os que desempenham a atividade da categoria, mesmo que eles não contribuam.

Quem assinou a carta deve ficar atento, já que nada garante que seus direitos sejam mantidos depois da autorização. (Via UOL)


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