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31/12/2015   

Brasil inicia 2016 com milhões de desempregados

Atualizado em 04/01/2016>>>

Estima-se que já são mais de 13 milhões desempregados.

VEJA: Agências do Trabalhador e Sine lotados nesse 04/01/2016

Mulheres e jovens são os mais afetados.

Se pela somatória até Novembro já tinhamos mais de 13 milhões medindo rua, desempregados, preocupados, imagina agora que os próprios 'dados manipulados' do governo apontam aumento de desempregados em Outubro e Novembro?

REVEJA: Com a crise, mais de 56 milhões de brasileiros não pagam as contas e vão para o SPC

***As mulheres e os jovens mostram taxas de desocupação maiores. O jovem, pela característica de falta de experiência, de empreendedorismo e de qualificação.

A taxa de desocupação dos jovens de 18 a 24 anos de idade atingiu 19,7% entre julho e setembro deste ano. Há um processo natural de adequação do jovem ao mercado. Cimar Azeredo observou, entretanto, que em um mercado marcado por dispensas, como o deste ano, o jovem enfrenta dificuldades de ingressar porque entre um jovem sem experiência e uma pessoa que já vem treinada, “claro que eu vou optar por uma pessoa que tem experiência”.

A taxa alta de desocupação do jovem se origina das barreiras que ele encontra. No terceiro trimestre de 2015, as mulheres representavam 51,2% da população desocupada.

Em relação às mulheres, Azeredo disse que a taxa de desocupação mais elevada está relacionada a um problema de ordem cultural e, também, à segunda jornada de trabalho que ela tem de cumprir em casa, com os filhos, conciliada com o ambiente de trabalho fora do domicílio.

As mulheres enfrentam, ainda, a limitação de alguns empregadores em contratar mão de obra feminina, porque sabem que mulheres podem engravidar. Isso ocorre, sobretudo, em pequenos empreendimentos. “É uma questão de bloqueio cultural”.

Além disso, há o risco de a mulher ficar na fila da desocupação. Cimar Azeredo destacou que outro problema é que a maioria das pessoas que são arrimo de família são homens. “

E uma vez que eles perdem o emprego, não têm a opção de ficar fora, na fila da desocupação. Partem para a informalidade. Acabam indo para o subemprego por falta de opção”. Vão ser camelôs ou vão vender sorvete na praia para gerar renda e sustentar a família, por exemplo. “Para nós, essa pessoa está ocupada. Ela pode estar subempregada, mas está ocupada”.

A pesquisa do IBGE evidencia esse problema por meio da perda de carteira de trabalho. Esse profissional é computado como trabalhador por conta própria e não entra na taxa de desocupação. O que preocupa na taxa de desocupação, disse o coordenador de Trabalho e Rendimento, é que embora ela seja mais alta entre mulheres e jovens, aumentou também entre os adultos. “E um adulto na fila da desocupação acaba levando mais pessoas com ele. Pode levar o filho junto”. ***(Com informações de EBC)

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