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09/05/2015   

MPF denuncia repasse ilegal de R$ 500 bilhões do governo ao BNDES

ATUALIZADO EM 27/08/2016

Estima-se, que além de tudo o que a Lava Jato já apurou, que os ladrões corruptopatas, consumiram com, NO MÍNIMO R$ 1 TRILHÃO. Dinheiro que roubaram da Petrobras e Via BNDES, além do vandalismo e do saque descarado aos cofres públicos.

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Em 09/05/2015 foi divulgado na velha mídia que o oceano de dinheiro que verteu do BNDES, até 2015, foi quase de R$ 500 bilhões. Ou seja, meio trilhão de reais. Isso, é o que o Ministério Público sabia, REPASSADO DO GOVERNO AO BNDES, QUE POR SUA VEZ REPASSOU AOS ESQUEMAS DAS EMPREITEIRAS NO BRASIL E EM OUTROS VÁRIOS PAÍSES.

Agora veja o que sucede: Marcelo Odebrecht QUE AINDA É UM CRIADO MUDO,  condenado pelo Juiz Moro a mais de 19 anos de prisão em regime fechado, dedura uma coisinha aqui, outra ali, mas sem entregar o caminho das pedras.

Vale lembrar que os vagabundos compraram até um banco para lavar dinheiro e pagar propina pra geral.

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: Marcelo Odebrecht começa a 'abrir o bico' e delata presidente do BNDES e Guido Mantega

Ah, se não fosse o Juiz Moro, a PF e os Procuradores do MPF da República de Curitiba ein?

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É inacreditável o que foi feito no Brasil. O governo que deveria cuidar de seu povo, investir na melhoria de vida da população, desvia mais de R$ 1 trilhão através do BNDES, para outros países, sem qualquer transparência ou um mínimo de explicações, ainda sob sigilo absoluto.

Mas, graças ao MPF está sendo aberta a caixa-preta do que pode ser o maior escândalo de todos os tempos.

Contudo, nos perguntamos: que diabos o PT, Lula e Dilma fizeram com tanto dinheiro?

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TÁ NA MÍDIA - ***No dia 14 de abril, o economista Luciano Coutinho, presidente doBanco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o BNDES, esteve no Senado para explicar os empréstimos do maior guichê do capitalismo de Estado brasileiro. Citou o apoio a 91 dos 100 maiores grupos nacionais, o financiamento à metade de todos os investimentos em infraestrutura no país e o estoque de empréstimo da ordem de R$ 263 bilhões, correspondente a 11% do PIB.

Foi chamado 44 vezes de presidente. Chamou meia dúzia de senadores de Vossa Excelência. Talvez para mostrar quem está acima de quem no poder político brasileiro.

A próxima visita de Coutinho ao Senado será provavelmente diferente. Duas semanas após a tranquila exposição do economista, a oposição conseguiu as assinaturas suficientes para criar uma CPI destinada a investigar os bilionários empréstimos secretos do BNDES. Suspeita-se que algumas das operações tenham sido excessivamente camaradas – e algumas empresas especialmente privilegiadas. Ademais, a oposição quer investigar os indícios de que o ex-presidente Lula, conforme revelou ÉPOCA em sua última edição, tenha feito tráfico de influência junto ao BNDES, de modo a favorecer a Odebrecht, uma das empresas que mais obtiveram dinheiro do banco.

O núcleo de combate à corrupção da Procuradoria da República em Brasília abriu investigação para descobrir se Lula atuou em favor da Odebrecht não apenas no BNDES, mas também junto a governos amigos do PT, os quais contrataram a empreiteira com dinheiro do banco brasileiro – algumas vezes após visitas do petista, bancadas pela Odebrecht, aos presidentes desses países. Lula, o BNDES e a Odebrecht negam qualquer irregularidade.

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Os senadores também aprovaram o fim do sigilo nos empréstimos do banco. A presidente Dilma Rousseff pode vetar a medida – e o Congresso, cada vez mais hostil à petista, ainda pode derrubar um possível veto. Na Câmara, uma CPI com o mesmo objetivo estará na praça no segundo semestre, após o fim da comissão que investiga o petrolão. A Procuradoria da República no Rio de Janeiro, sede do BNDES, também investiga os empréstimos. A cada dia, crescem as suspeitas sobre as operações do banco.

Hoje, boa parte da economia brasileira roda com dinheiro das empresas que enchem o tanque no posto do BNDES. É gasolina batizada, segundo o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União. Numa representação inédita obtida por ÉPOCA, o MP afirma que o BNDES recebeu de maneira irregular do Tesouro Nacional cerca de R$ 500 bilhões, que incharam o banco nos últimos seis anos. A representação contém uma avaliação prévia do MP, que solicita investigação por parte do TCU. Segundo o MP, o dinheiro público pode ter ido parar nas contas das empresas que receberam os empréstimos no Brasil e no exterior. “A operação foi desenhada como um subterfúgio para lançar mão de recursos que, por lei, não poderiam ser destinados a empréstimos ao BNDES (...) Configura verdadeira fraude à administração financeira e orçamentária da União”, diz o documento do MP, que aponta os fatos como “graves”. 

Os repasses considerados irregulares pelo MP começaram em 2008, no segundo mandato de Lula, e prosseguiram até o ano passado, no primeiro mandato de Dilma. Naquele ano, o governo passou a usar dinheiro da conta única do Tesouro – uma espécie de cofrinho de emergência do país – para financiar as operações do BNDES. A conta única é abastecida com dinheiro de operações feitas pelo Banco Central. Quando, por exemplo, o BC tem lucro com a compra ou a venda de moedas, esse dinheiro vai para a conta única. O cofrinho só pode ser quebrado, segundo o MP, para que o governo pague suas dívidas. Para quebrá-lo, o governo fez uma malandragem: passou a emitir títulos de dívida ao banco estatal. Com eles, o BNDES conseguia pegar o dinheiro e emprestá-lo às empresas.

Assim, segundo o MP, o BNDES virou credor; e o Tesouro, devedor, o que é proibido, de acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal. O certo, ainda de acordo com o MP, seria o Tesouro captar recursos no mercado ou arrecadar impostos com os contribuintes e repassar esse dinheiro para o BNDES, contabilizando em seu orçamento. Mas não foi o que ocorreu. “O governo federal criou desse modo uma operação insólita”, diz a representação, assinada pelo procurador Júlio Marcelo de Oliveira no dia 6 de maio.

No documento, ele pede ao ministro Raimundo Carreiro que autorize os auditores do TCU a seguir o rastro do dinheiro que abasteceu o BNDES. O procurador também quer que os técnicos do Tribunal identifiquem o fluxo financeiro entre o banco estatal e o Tesouro. As diligências deverão ter sete principais frentes de atuação. Entre elas, está a apuração dos responsáveis pela arquitetura da transação. Será avaliado se a administração atual do BNDES foi conivente com esse tipo de operação, que, segundo o MP, foi “esdrúxula”.
(Informações de Época via G1)





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