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28/01/2021   

Mandetta tinha dito: 'em até 60 dias, Brasil terá uma mega epidemia'

ATUALIZADO EM 27/2/2021

Dito e feito.

Mandetta acertou sua previsão, infelizmente.

É um óbvio ululante em se tratando de Brasil, mas fica o registro.

VEJA, TAMBÉM: Hospitais Sírio-Libanês e Albert Einstein também tem filas para UTI de COVID-19

REVEJA: A PREVISÃO QUE DEU ERRADO: 






Reveja a previsão de Mandetta.

A TRAGÉDIA JÁ ESTÁ SENDO ANUNCIADA HÁ TEMPOS.

Vai morrer muito mais gente.

ENEM, nova CEPA, volta às aulas, atraso nas vacinas, falta de cuidados básico por grande parte da população, tudo isso somado aos atentados diários de Bolsonaro contra a saúde pública, levarão o Brasil a ter gente morrendo nas ruas sem vaga em hospital.

Quanto mais gente precisando de internações, pior ficará o já colapsado SUS. Clínicas particulares, hospitais particulares também já estão saturados. Todo mundo paga a conta feita pela ignorância de muitos. Simples assim.

ESTADO DE MINAS -  O ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, alertou para a possibilidade de o Brasil enfrentar o que chamou de "megaepidemia" em um prazo de 60 dias. A alta no número de casos de COVID-19 seria provocada pela nova variante do coronavírus registrada em Manaus, no Amazonas.

 
"O Ministério da Saúde não tem credibilidade. Temos mais uma crise, essa nova variante em Manaus, em que o mundo inteiro está fechando os voos para o Brasil e nós estamos enviando pacientes para outros estados sem fazer os bloqueios de biosegurança. Provavelmente a gente vai plantar essa cepa em todos os territórios da federação e daqui a 60 dias a gente pode ter uma megaepidemia", disse em entrevista ao Manhattan Connection, da TV Cultura. 
Além de demonstrar preocupação com a transferência de infectados, o ex-ministro ressaltou a ausência de bloqueios nos aeroportos brasileiros. 
 
"Ele (Bolsonaro) insistiu, durante muito tempo, em teorias muito frágeis de que o Brasil era um país tropical, que aqui não teria doença, que o brasileiro morava no esgoto (e era resistente a todos os vírus), depois falou que era uma gripezinha. Ele minou completamente o espírito de quem tinha que prevenir", complementou. 
 
O alerta do ex-ministro acontece no dia em que o Brasil registrou 1.283 novas mortes por COVID-19 nas últimas 24 horas, segundo dados atualizados pelo Ministério da Saúde. Com isso, o País ultrapassou, nesta quarta-feira (27/01), a marca de 220 mil óbitos pela doença, alcançando nesta quarta 220.161 vítimas.
 
No mesmo intervalo, foram registrados 63.520 casos do novo coronavírus no País, elevando o total de registros para 8.996.876.




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