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04/09/2019   

Bolsonaro volta a chamar Guedes de chucro, Moro de ingênuo e diz que está na hora de mexer na PF

Bolsonaro segue feito trator de esteira passando por cima de Moro, Guedes e para assegurar o acordo com Toffoli, Geleia e AlCulumbre, além de garantir a nomeação do filho na embaixada, bem como se blindar e blindar o filho laranjeiro.

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VEJA “Ninguém gosta de demitir, mas é mais difícil trocar a esposa. Eu demiti o Santos Cruz, com quem tinha uma amizade de 40 anos”.

(O general Santos Cruz foi ministro da Secretaria de Governo. Perdeu o lugar depois de ser atacado por Olavo de Carvalho, o guru da família Bolsonaro, e Carlos, o Zero Dois)

A intervenção de Bolsonaro na PF começou em agosto passado quando ele cobrou a substituição de Ricardo Saadi, superintendente no Rio, que já estava de saída.

Saadi desgostou Bolsonaro ao se recusar a trocar alguns delegados que estariam contrariando intere

O episódio enfraqueceu Moro e quase provocou uma demissão em massa de superintendentes. Mas é justamente isso o que Bolsonaro deseja – desmontar a PF para remontá-la a seu gosto.

Bolsonaro já disse e repetiu que quem manda no governo é ele, e que não é e jamais será um “presidente banana”. Ministros que não gostarem disso que peçam as contas.

Tal critério será aplicado à escolha do novo Procurador-Geral da República. Raquel Dodge não ganhará um novo mandato porque é mulher, como Bolsonaro já admitiu.

O escolhido, segundo ele, terá que “tirar nota 7 em tudo e ser alinhado comigo”. Por que nota 7 e não outra qualquer, Bolsonaro não explicou. Por alinhado, entenda-se: submisso.

À Folha, Bolsonaro afirmou a propósito da força política que julga ter: “Se eu levantar a borduna, todo mundo vai atrás de mim e eu não fiz isso ainda”.

Contra Moro, Bolsonaro voltou a levantar o tom de voz. Desta vez sobrou também para o ministro Paulo Guedes, da Economia.

Guedes era “chucro” politicamente ao chegar ao governo, disse Bolsonaro. E Moro, “um ingênuo”. Hoje, a indicação de Moro para ministro do Supremo Tribunal Federal seria recusada pelo Senado, segundo Bolsonaro.

Que voltou a elogiar o ministro da Advocacia-Geral da União, André Mendonça, terrivelmente evangélico, e também cotado para ministro do Supremo na vaga de Celso de Mello.

Às caneladas de Bolsonaro não escapou, sequer, seu obediente ministro das Relações Exteriores, o embaixador Ernesto Araújo, que acompanhou Eduardo, o Zero Três, em recente viagem a Washington.

Comentou Bolsonaro que cabe ao seu filho o mérito do acesso rápido ao presidente Donald Trump que os recebeu em audiência. “Trump está alinhado conosco”, garantiu.

https://veja.abril.com.br/blog/noblat/bolsonaro-reduz-moro-a-po-de-traque/





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