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21/02/2019   

Bocão diz que Lava Jato está contaminada e que está sendo 'atacado' pela PF, Receita e Ministério Público

E o Boca da sapo do STF como é chamado pelos internautas, Ministro Gilmar Mendes, disse que agora está sendo mais perseguido do que antes.


ÉPOCA -  “Sou alvo de ataques desde que cheguei ao STF, há 17 anos”, disse Gilmar Mendes, bebericando o café. Mas, para ele, essa última ofensiva havia passado de todos os limites. Primeiro, eram os 'ex-colegas do Ministério Público', depois a Polícia Federal e, agora, a Receita.

Em tom indignado, ele atribuiu o fato a seus posicionamentos críticos ao que considera excessos ilegais. Um dos casos que disse ser emblemático da arbitrariedade que denuncia foi a prisão do banqueiro André Esteves, que foi preso e cujo caso não chegou a nenhum lugar. “Ele ficou meses preso e, depois, não tiveram coragem de dizer claramente que era um erro. Disseram apenas que não encontraram provas. Absurdo.”

Não fossem seus enfrentamentos, disse, a PF já teria se “assentado como um Poder em si”. E passou a discorrer sobre inúmeros casos em que atuou como, de acordo com ele, voz contrária a interesses diversos. Teria sido assim durante a Operação Satiagraha, quando soltou o banqueiro Daniel Dantas (“Aquilo foi uma guerra comercial para ferrar o Daniel Dantas, com os interesses da Telecom Itália e outras. Era um jogo de poder e só”). Depois, no caso da investigação da Gautama, quando a PF divulgou “propositalmente” o nome de um dos envolvidos — que era seu homônimo — apenas para envolvê-lo. Citou o procurador Luiz Francisco de Souza como alguém que teria uma missão de atingi-lo e o ex-delegado Protógenes Queiroz, posteriormente expulso da corporação, que também havia colocado em suspeição sua isenção. “Quando todos vocês lambiam as botas do PT, eu era voz única a ser contra”, disse em alusão a como não se furtava a enfrentar polêmicas.

De longe, sentada a uma mesa ainda posta para o café da manhã, Guiomar dava sua versão sobre o caso. Disse que nunca teve problemas com a Receita, que era de família rica, que tem tudo declarado, que a investigação era um absurdo. Dias antes, a revista eletrônica Crusoé havia publicado um levantamento do que seriam os bens do casal. Totalizariam coisa de R$ 20 milhões, entre imóveis e bens espalhados pelo país. “Somos casados em separação total de bens. Se eu soubesse que ela era tão rica, eu teria parado de dividir as contas”, ironizou o ministro. De sua parte, ela parecia indignada. “Estão criminalizando empréstimo de banco”, reclamou. (VEJA A REPORTAGEM COMPLETA NA ÉPOCA)






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