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07/02/2019   

Governadores e Ministros do STF pressionam e Moro modifica 8 pontos do projeto de Lei Anticrime

Cadê o povo nas ruas e manifestações em massa nas redes sociais para apoiar o projeto de lei Anticrime?

Acorda Brasil.


Moro está fazendo todo o possível e o impossível para que o projeto de lei Anticrime seja aprovado num Congresso cuja maioria é investigada pela Lava Jato e por outros diversos crimes.

Governadores, cuja maioria também está metida em mutretas ou tem 'chegados' muito próximos metidos em mutretas, pressionaram Moro especialmente quanto ao caixa 2.

O decano do STF também saiu criticando o projeto.

Os ordinários exigiram que Moro deixe tudo como está em relação ao caixa 2, ou seja, que continue sob a batuta da justiça eleitoral e não vá para a justiça comum.

Sobre a competência para julgar o caixa 2, para não bater de frente e perder de cara, Moro cedeu e disse que enviará um projeto de lei complementar ao Congresso posteriormente.

É amigos, não é fácil.

DIZ O JORNAL VALOR ECONÔMICO:

A principal mudança foi desmembrar o pacote e excluir um item que havia sido criticado pelo decano do STF, Celso de Mello. Pelo texto inicial, crimes comuns que tiverem ligação com atos eleitorais, não deverão tramitar na Justiça Eleitoral, mas sim na Justiça comum. Isso porque, em tese, na esfera eleitoral as punições costumam ser mais brandas.

Na nova versão, essa parte saiu do texto e será enviado ao Congresso paralelamente, como um projeto de lei complementar, que exige um quórum qualificado para a aprovação.

VEJA A MATÉRIA COMPLETA NO JORNAL VALOR ECONÔMICO
 


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