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05/02/2019   

Reforma da Previdência prevê contribuição de 20 anos para políticos e 40 anos aos cidadãos comuns

Tudo pra manter as mil e uma mordomias dos marajás nos 3 poderes.

Reforma? Só para o povo.


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O texto da reforma, cuja minuta, foi malandramente vazada para a imprensa, para que o governo pudesse observar a aceitação e a reprovação do povo, alivia para os políticos.

Pelo texto da proposta do governo que vai ao Congresso, os atuais congressistas poderão até o final de seus mandatos receber aposentadoria acima do teto de R$ 33,7 mil reais atuais mas que pode ir para R$ 39 mil em face da reação em cascata por causa do aumento do STF e da PGR.

E, se aprovada a proposta da reforma do governo Bolsonaro, mesmo com a obrigação de migração para o INSS, mesmo com pagamento de 30% de pedágio, os congressistas e demais políticos nos Estados e Municípios, depois de 2022, ainda sim seguirão beneficiados.

Isso por que, a proposta prevê 20 anos de contribuição aos políticos enquanto os cidadãos comuns terão de contribuir 40 anos para obter 100% da aposentadoria e ter idade mínima de 65 anos tanto para homens quanto para mulheres.

A proposta de reforma da Previdência elaborada pela equipe econômica do governo deve exigir idade mínima de 65 anos para os atuais políticos se aposentarem. Também veda a adesão de novos parlamentares ao atual plano de aposentadoria dos congressistas, que permite benefício acima do teto do INSS (atualmente R$ 5,8 mil).
 
Pela regra de transição, os que já fazem parte desses planos especiais deverão completar a idade e ainda cumprir um "pedágio" de 30% sobre o tempo que falta hoje para a aposentadoria. Já os futuros eleitos serão direcionados ao regime do INSS e precisarão seguir as mesmas regras dos trabalhadores do setor privado.
 
No futuro, após a transição, essas exigências ficarão mais duras e incluirão 65 anos de idade mínima para se aposentar e 20 anos de tempo mínimo de contribuição. (Com informações da Agência Estado Via CORREIO BRAZILIENSE)

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E olha, sem mimimi de fanáticos por que assim não dá. Não mesmo.


Sem cortes profundos em super-salários, cotão e gastanças nos 3 poderes podem fazer 500 reformas da previdência

 





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