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23/11/2016   

Era Lula-Dilma-Temer teve fraudes bilionárias na Educação com trambiques no FIES, PRONATEC etc. Onde estava a esquerda que não protestou?

Atualizado em 3/12/2019

Brasil permanece nos últimos lugares no ranking da educação mundial


 Onde esteve a esquerda que não protestou, não cobrou, não denunciou, não exigiu respostas e punições contra os muitos crimes e descalabros na Educação nas últimas décadas?

Resposta: mamando nas tetas do dinheiro do povo, fumando maconha nas escolas e universidades, as quais transformaram em antros de doutrinação, corrupção, tráfico, lavagem de dinheiro e enriquecimento ilícito.

Ao nosso ver, Governo Bolsonaro está errado sobre o corte e está, em partes e pra não quebrar de vez o ensino brasileiro, fazendo a mesma merda da era Lula-Dilma-Temer, mas isso não exime a esquerda dos crimes que cometeu contra aa Educação do Brasil.

POR ISSO...

Neste 15-5-2019, a esquerda que ainda detém a maior influência sobre as escolas, universidades, sindicatos, DCE´s, Centros Acadêmicos, Reitorias, Diretorias etc etc, está protestando contra CORTES DE MAIS DE 50% NO ENSINO SUPERIOR, mas que o atual ministro da educação, o falastrão, Weintraub, diz se tratar de 'mero contigenciamento'.

É verdade que a roubalheira, especialmente, nas universidades é gigantesca. Tem muito reitor e chefe de centro acadêmico rico nas costas do povo.

VEJA UM EXEMPLO: PF deflagra 2ª fase de operação contra desvios em bolsas de estudos no Paraná


REVEJA O ARQUIVO VIVO>>>

Deu PT na Educação: Fraudes no Pronatec, mutretas no FIES, roubos em Bolsas nas Federais e 13 milhões de analfabetos

Assim como fizeram com o PRONATEC, inflando e fraudando número de 'beneficários', o fizeram com o FIES, no governos Lula e Dilma, segundo o TCU.

REVEJA SOBRE A FRAUDE DO PRONATEC: (Até hoje impune, por que o TCU também dá o tapa e esconde a mão):

= Auditoria revela fraude bilionária com 'alunos fantasmas' no Pronatec

Além de 'alunos fantasmas', governo tenta 'engambelar' prestação de contas do Pronatec

AGORA, FRAUDE NO FIES

Segundo o TCU, de 2009 a 2014 o número de beneficiários do programa passou de 32.654 para 732.593, um aumento de 2.150%. No período, foram gastos R$ 32,5 bilhões com os financiamentos.

MÁFIA QUE ENVOLVE INSTITUIÇÕES DE ENSINO PRIVADAS E ATÉ BOLSA DE VALORES

A corte apontou que o Fies também inflou o lucro de instituições de ensino privadas. De acordo com o relatório, a área de fiscalização do tribunal verificou o comportamento do lucro líquido de quatro grupos educacionais com ações na bolsa de valores.

O documento não cita o nome dos grupos, mas diz que um deles aumentou seu lucro em 22.130% de 2009 a 2015.

Esse grupo, afirma ainda o TCU, fechou o ano de 2015 com 54,4% de seus alunos financiados pelo Fies. Já o grupo que teve um aumento de 819% no seu lucro líquido entre 2009 e 2015, fechou o ano passado com 40,4% de seus alunos financiados pelo Fies.

“O desvirtuamento do programa com a concessão indiscriminada de crédito, sem análise prévia, criou um passivo que exigirá significativos aportes de recursos orçamentários, com o comprometimento do programa”, afirmou a ministra do TCU Ana Arraes, relatora do processo.

O documento constatou ainda que nos anos de maior expansão do Fies, 2013 e 2014, os valores destinados ao programa nas propostas de orçamento equivaliam a menos de um quarto do que seria necessário para cobrir as despesas com mensalidades dos estudantes.

Ao comentar os problemas apontados pela ministra Ana Arraes, o ministro Augusto Sherman afirmou que “houve abuso no programa, o que o tornou ineficaz para as classes que realmente precisam dele”.

O ministro disse ainda que o governo fez “pedalada” com o programa ao deixar de pagar instituições de ensino. Segundo ele, de um período devido de 12 meses, os responsáveis pelo programa pagaram oito meses. Ainda de acordo com Sherman, a base de dados do programa precisa ser analisada. “Precisa ver se quem recebe esse pagamento são alunos dessas faculdades, se não tem alunos fantasmas ou laranjas”, afirmou.

INTIMADOS

Os ex-ministros Fernando Haddad (atual prefeito de São Paulo), Aloízio Mercadante e José Henrique Paim, que ocuparam a pasta da Educação, além de Miriam Belchior e Nelson Barbosa, que ocuparam o Planejamento, têm 15 dias para apresentar explicações.

O TCU quer saber, por exemplo, porque as propostas orçamentárias do governo subestimavam os gastos com o programa. Em nota, Haddad informou que "reformulou o FIES, que até 2009 era um programa inacessível para a população de baixa renda." Disse ainda que, no seu último ano à frente da Educação (2011), "foram firmados apenas 154 mil contratos, número irrisório diante das necessidades do país, como o próprio relatório do TCU deixa claro." (Com informações de G1)


 

 





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